Árvore de Natal – JEEP Renegade

Não, não estamos em época natalina. Por “árvore de natal” se conhece o sintoma de alguns problemas dessa geração de veículos da Stellantis (Renegade, Compass e Toro). Normlmente esse problema assusta pois gera várias mensagens de erro dando a impressão que é algo muito grave, que afeta diversos sistemas, porém normalmente se deve a algum sensor que é necessário para o funcionamento desses diversos sistemas.

No caso em questão, tive um problema que afetava, dentre outros, o ABS, hill holder, sistema de tração nas 4 rodas, controle de tração, o sistema que controla a “leveza” do volante (me fugiu o nome exato no momento).

Sabendo que as oficinas costumam cobrar por “diagnóstico” e por “Scanner”, e que esses carros não apresentam com clareza na mensagem de erro o que está causando tal erro, resolvi comprar logo um scanner, pra poder, no mínimo, argumentar quanto ao diagnostico, e no máximo, eu mesmo resolver algum problema simples

O scanner em questão é baseado na interface Serial-USB CH310, e já conta com chave para o “cabo azul” e cabo cinza extra. Cada cabo desses tem uma ligação diferente de pinos e serve para acessar algum computador específico do carro e será solicitado a conexão pelo software.

No caso concreto, com o software e o cabo cinza, consegui verificar que o sensor do abs direito traseiro estava com falha (código C003A), comprei o sensor na internet e eu mesmo troquei em um domingo, gastando 1h de trabalho.

Se contar, em valores locais, que o diagnóstico e scanner custam R$250 sai muito barato pra quem se dispor a resolver pequenos problemas. De quebra ainda é possível fazer “alinhamento de proxi” que custa por volta de 500 reais em Fortaleza.

A diferença para o scanner bluetooth baratinho que se vende nas lojas online é justamente poder acessar, por meio de cabos ou seletores, os computadores menos usuais do carro, devido a rede canbus de alta velocidade.

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Como NÃO se portar em estrada de pista simples

moto faixa

Fazendo uma viagem de rotina para Fortaleza percebi uma postura geral dos motociclistas que usam suas motos para deslocamento. Ao trafegar na pista simples de mão dupla 90% desse pessoal trafega junto à faixa branca ao lado direito da pista que delimita o acostamento (foto ao lado). Penso eu que esse comportamento pode ser justificado parcialmente porque esse tipo de motociclista normalmente tem moto de baixa cilindrada que não acompanha o ritmo de alguns carros. É justamente aí que mora o perigo. Veja o que diz a PRF/SP:

MOTOCICLETA – Veículo automotor de duas rodas, com ou sem side-car, dirigido por condutor em posição montada.
MOTONETA -Veículo automotor de duas rodas dirigido por condutor em posição sentada.
CICLOMOTOR– Veículo de duas ou três rodas, provido de um motor de combustão interna cuja cilindrada não exceda a cinquenta centímetros cúbicos (3,05 polegadas cúbicas) e cuja velocidade máxima, original de fábrica, não exceda a cinquenta quilómetros por hora.

Scooters e motos de baixa cilindrada podem trafegar pelas rodovias federais?
PRF – De acordo com o artigo 57 do CTB – Código de Trânsito Brasileiro – é proibida a circulação de ciclomotores em vias de trânsito rápido e sobre as calçadas de vias urbanas, sendo permitido sua circulação em rodovias apenas pelo acostamento. Já as motonetas podem trafegar normalmente como qualquer outro veículo.
(…)Em que faixa a motociclista deve se posicionar nas estradas ?
PRF– As motos devem utilizar o mesmo espaço físico de um carro (…)

Ao se manter na pista da maneira que foi citada o motociclista dá margem para que os carros o ultrapassem pela mesma faixa, assustando-o o que pode provocar um acidente, ou pior ainda, incentivar aqueles motoristas sem consciência e sem paciência a tentar uma ultrapassagem na moto com outro carro vindo em sentido contrário. Foi essa situação de extremo risco que presenciei. Em caso de emergência, com certeza o carro vai tentar livrar o que vem em sentido contrário e acaba sobrando para o motociclista.

Recomendo que os motociclistas trafeguem do centro para  a parte esquerda da faixa para que ao serem ultrapassados, possam se distanciar um pouco do carro passando para o lado esquerdo central da faixa e ainda tendo uma certa margem de segurança para livrar algum movimento brusco feito pelo motorista.

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Avaliação–Jaqueta X11 First

Pois bem, não sou nenhum especialista em motos ou em equipamentos, apenas um motociclista que não tinha tido nenhum contato com equipamentos de segurança além do capacete, e como tal, não posso fazer uma avaliação especializada. Essa avaliação vai pra quem, assim como eu, se considera leigo e está começando no mundo motociclistico.

 

A jaqueta me custou os olhos da cara, um rim e o fígado  R$270, mas na verdade não me custou, ganhei de presente, porque esse preço está salgado como bacalhau, já que encontra-se essa jaqueta no mercado livre por R$150 tranquilamente.

 

Ela vem com proteções em EVA internas e removíveis, um bolso interno com zíper e outro bolso interno com velcro. Os bolsos são espaçosos, no “zipado” cabe carteira, celular e documentos da moto fazendo algum volume na jaqueta. No bolso com velcro não cheguei a colocar nada, mas cabe o mesmo conteúdo tranquilamente também. A proteção em EVA claramente é apenas mais um material pra ralar em caso de queda, não aparenta proteger contra impactos durante a queda.

Possui ainda regulagem com zíper e velcro nos punhos e com velcro na cintura para regulagem e mais velcro no pescoço.

 

Pra quem nunca andou com uma jaqueta específica para motos assim que usar uma vai notar a diferença. Antes de possuir a jaqueta eu usava uma blusa de manga longa de trilhas apenas pra proteger melhor os braços do sol e percebi que isso é o mínimo. Com a X11 o conforto de rodar em velocidade maior que 80Km/h aumenta consideravelmente. O vento passa com menos impacto pelo corpo.

 

Durante a última viagem que fiz peguei um trecho de 30Km de chuva, variando de intensidade leve a moderada e posso dizer que, nessas condições, a jaqueta não permitiu passagem de água para o piloto, servindo como uma primeira proteção contra chuvas, assim como as luvas X11 Racer que estreei nessa viagem também. Ainda não tive oportunidade de testá-la em chuva muito forte, quando for o caso atualizo este texto.

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Primeiro post

Bem, inicialmente quero dizer que esse blog não tem nenhuma pretensão senão registrar meus momentos de inspiração e saciar minha vontade de escrever, então não esperem nenhum assunto em específico. No dia que estiver afim de escrever sobre TI, assim será, outro dia poderá ser motos, ou ainda comportamento, tanto faz

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